Comparar os regimes
Avaliar Simples, Presumido e Real conforme faturamento, margem e folha.
O regime tributário influencia diretamente quanto a empresa paga e como cumpre suas obrigações. O Simples Nacional nem sempre é a opção mais vantajosa, e a decisão precisa considerar o faturamento, a atividade e a folha.

Muitas empresas adotam um regime por hábito ou orientação genérica e continuam nele por anos, sem revisão. Como o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real têm regras próprias, a mesma atividade pode pagar valores muito diferentes conforme o enquadramento. A análise compara as opções com base nos números reais e evita tanto o excesso de tributo quanto o risco de exclusão.
Avaliar Simples, Presumido e Real conforme faturamento, margem e folha.
Verificar limites, atividades permitidas e anexos aplicáveis.
Prevenir exclusão, débitos e recolhimento sobre receitas já tributadas.
Conheça as frentes que orientam a escolha do regime tributário
O escopo é ajustado ao porte e à atividade da empresa. As três primeiras frentes reúnem os pilares da decisão; as demais tratam de situações específicas do Simples Nacional.

A escolha começa por comparar os três regimes com os números reais da empresa. Não existe regime melhor no geral: existe o mais adequado para cada caso.
Recolhimento unificado, indicado para muitas micro e pequenas empresas.
Apuração por presunção, avaliada conforme a margem e o setor.
Alternativa para operações com muitas despesas ou faturamento maior.

Nem toda empresa pode optar pelo Simples. Há limites de faturamento e atividades que não são admitidas, e o enquadramento errado gera cobrança e exclusão.
Teto anual de receita para permanência no Simples Nacional.
Verificação de atividades admitidas e vedadas no regime.
Definição do código e da forma de tributação da atividade.

Nos serviços, o anexo aplicável e o fator R definem a alíquota. Uma leitura equivocada faz a empresa pagar mais do que precisaria.
Identificação do anexo correto conforme a atividade.
Relação entre folha e receita que pode reduzir a alíquota de serviços.
Efeito da natureza do serviço sobre o enquadramento.
Demais frentes da análise tributária
Selecione uma frente para conhecer o trabalho correspondente.

A exclusão pode ocorrer por débito, excesso de faturamento ou atividade vedada. Quando indevida ou contornável, há caminhos de defesa e regularização.
Débitos, ultrapassagem de limite ou atividade não permitida.
Impugnação do ato de exclusão quando houver fundamento.
Providências para permanecer ou retornar ao regime, quando cabível.
Débitos no Simples são uma das principais causas de exclusão. A regularização preserva o enquadramento e evita a saída forçada do regime.
Levantamento dos valores em aberto que ameaçam o enquadramento.
Adesão a parcelamento específico do Simples para regularizar.
Controle do cumprimento para não gerar nova exclusão.
Empresas do Simples que vendem produtos monofásicos podem estar pagando PIS e Cofins novamente sobre receitas já tributadas na origem. A segregação correta evita esse pagamento.
Identificação de itens tributados na origem por PIS e Cofins.
Separação correta para não recolher de novo o que já foi pago.
Verificação de valores pagos a maior passíveis de recuperação.
A melhor escolha de hoje pode não ser a de amanhã. Crescimento, mudança de atividade e alterações na lei justificam revisar o regime com regularidade.
Reavaliação quando a receita se aproxima de limites.
Revisão diante de novos serviços ou produtos.
Planejamento da troca de regime no prazo permitido.
A análise transforma os números da empresa em uma decisão de regime clara, proporcional ao porte e à atividade.
Comparar
Avaliar Simples, Presumido e Real com base nos dados reais.
Enquadrar
Confirmar limites, anexos e fator R aplicáveis à atividade.
Revisar
Acompanhar o regime e ajustá-lo diante de mudanças.
Sua empresa tem certeza de que está no regime tributário certo?
Uma análise inicial compara as opções e indica se há espaço para melhorar.
Solicitar análise inicial
Dr. Vitor Miranda
Advogado tributarista
A atuação parte de uma leitura clara dos números e da atividade da empresa, conectando enquadramento, anexos, débitos e objetivos a uma escolha de regime segura.
Falar com o escritórioRespostas diretas e em linguagem simples para as dúvidas mais comuns. Cada empresa precisa de análise conforme faturamento, atividade e folha.
É um regime que reúne vários tributos em um recolhimento único, com regras simplificadas, voltado a micro e pequenas empresas. Ele facilita o pagamento, mas nem sempre é o mais barato para todos os casos.
Não. Há limite de faturamento anual e uma lista de atividades que não podem aderir. Antes de optar, é preciso confirmar o enquadramento, porque uma escolha incorreta gera cobrança e exclusão.
Nem sempre. Dependendo da margem, da folha e da atividade, o Lucro Presumido ou o Lucro Real podem ser mais econômicos. Só a comparação com os números reais mostra qual regime é o mais adequado.
É a relação entre a folha de pagamento e a receita da empresa. Conforme esse percentual, um serviço pode ser tributado em um anexo com alíquota menor. Por isso ele é decisivo para muitas empresas de serviços.
São tabelas que definem as alíquotas conforme a atividade e o faturamento. Enquadrar a empresa no anexo errado pode fazê-la pagar mais do que deveria, então a verificação é importante.
Primeiro é preciso entender o motivo: débito, excesso de faturamento ou atividade vedada. Quando a exclusão é indevida ou contornável, há caminhos de defesa e de regularização para permanecer ou retornar ao regime.
A opção pelo regime costuma valer para o ano todo e a troca é feita em uma janela específica, no início do ano. Por isso a decisão precisa ser planejada com antecedência.
São vendas de produtos cujo PIS e Cofins já foram recolhidos na origem. Empresas do Simples que revendem esses itens podem segregar essas receitas e deixar de pagar de novo, além de recuperar valores pagos a maior.
Sim. Débitos são uma das principais causas de exclusão do Simples. Regularizar, inclusive por parcelamento, é o caminho para preservar o enquadramento e evitar a saída forçada.
O ideal é revisar ao menos uma vez por ano, antes da janela de opção, e sempre que houver crescimento, mudança de atividade ou alteração na legislação. O regime certo hoje pode não ser o de amanhã.
Serviços relacionados
Visão ampla que vai além da escolha do regime.
Conhecer serviçoRetrato fiscal que apoia a decisão de regime.
Conhecer serviçoCréditos de monofásico e valores pagos a maior no Simples.
Conhecer serviço