Mapear os débitos
Reunir todas as dívidas, correntes, em processo e em dívida ativa.
Empresas com muitas dívidas fiscais precisam de estratégia antes de negociar. A gestão de passivo mapeia os débitos, define prioridades e escolhe entre transação, parcelamento e outras saídas conforme a capacidade de pagamento.

Negociar dívidas sem estratégia costuma custar caro. A gestão de passivo começa por mapear todos os débitos, correntes, em discussão e inscritos em dívida ativa, e classificá-los por risco e prioridade. A partir daí, escolhe-se a melhor saída para cada débito: transação, parcelamento, discussão ou regularização. O objetivo é reduzir o custo total e manter o fôlego financeiro da empresa.
Reunir todas as dívidas, correntes, em processo e em dívida ativa.
Classificar por risco, impacto financeiro e urgência.
Escolher entre transação, parcelamento e outras saídas.
Conheça as frentes da gestão de passivo tributário
O escopo depende do volume e do tipo de dívidas. As três primeiras frentes reúnem os pilares do trabalho; as demais tratam de instrumentos e do fluxo de caixa.

Antes de negociar, é preciso enxergar o todo. O mapeamento reúne todas as dívidas em um único retrato.
Levantamento dos débitos em aberto no período.
Dívidas em discussão nas duas esferas.
Débitos já inscritos para cobrança.

Nem toda dívida tem a mesma urgência. Classificar permite tratar primeiro o que traz maior risco.
Situação de cada débito quanto à cobrança.
Peso de cada dívida no caixa da empresa.
Ameaça de cada débito ao patrimônio.

A transação é uma negociação com o poder público, com descontos e condições conforme a capacidade de pagamento.
Adesão a editais de transação já publicados.
Negociação específica para casos maiores ou complexos.
Avaliação da condição da empresa de arcar.
Demais frentes da análise tributária
Selecione uma frente para conhecer o trabalho correspondente.

Parcelar é uma das formas mais comuns de regularizar. A escolha da modalidade correta evita a exclusão futura.
Seleção do parcelamento adequado ao caso.
Reunião dos débitos no parcelamento.
Cuidados para não perder o benefício.
A negociação envolve descontos, prazos e, às vezes, garantias. Cada condição precisa ser avaliada em conjunto.
Análise das reduções previstas na negociação.
Definição do prazo compatível com o caixa.
Avaliação das garantias exigidas.
Prejuízos fiscais e bases negativas de CSLL podem ser usados em certas negociações, dentro dos limites legais.
Verificação do cabimento do uso na negociação.
Percentuais e condições de aproveitamento.
Comprovação exigida para utilizar o crédito.
Débitos inscritos costumam ser negociados com a PGFN ou com as procuradorias estaduais e municipais.
Negociação de débitos federais inscritos.
Negociação de débitos locais.
Controle do cumprimento do acordo.
De nada adianta negociar e não conseguir pagar. O plano de caixa garante que o acordo seja sustentável.
Ajuste das parcelas à realidade do caixa.
Negociação que a empresa consiga cumprir.
Monitoramento para evitar novo passivo.
A gestão transforma o retrato das dívidas em providências claras, proporcionais ao risco e à capacidade de pagamento da empresa.
Mapear
Reunir e classificar todas as dívidas por risco.
Negociar
Escolher transação, parcelamento ou outra saída.
Acompanhar
Ajustar ao caixa e evitar a formação de novo passivo.
Sua empresa tem dívidas fiscais e não sabe por onde começar a negociar?
Uma análise inicial mapeia o passivo e indica as melhores saídas de negociação.
Solicitar análise inicial
Dr. Vitor Miranda
Advogado tributarista
A atuação parte de uma leitura clara do passivo e da capacidade de pagamento da empresa, conectando classificação de risco, transação, parcelamento e fluxo de caixa a uma negociação sustentável.
Falar com o escritórioRespostas diretas e em linguagem simples para as dúvidas mais comuns. Cada passivo precisa de análise conforme os débitos e a capacidade da empresa.
É o trabalho de mapear, classificar e definir a melhor forma de tratar as dívidas fiscais da empresa. Em vez de negociar débito a débito sem estratégia, olha-se o conjunto para reduzir o custo total.
É uma negociação de débitos com o poder público, dentro das modalidades e regras disponíveis. Ela pode envolver descontos, prazos e entrada, conforme a capacidade de pagamento e a classificação do crédito.
O parcelamento divide a dívida em prestações, em geral sem desconto sobre o principal. A transação é uma negociação mais ampla, que pode incluir descontos em juros e multas conforme a situação. A melhor opção depende do caso.
A PGFN é a procuradoria que cobra os débitos federais inscritos em dívida ativa. Ela oferece modalidades de transação e parcelamento, por adesão a editais ou de forma individual para casos maiores. A escolha depende do perfil da dívida.
Nem sempre, e os descontos variam conforme a classificação do crédito e a capacidade de pagamento. Débitos de recuperação mais difícil costumam ter condições melhores. A análise indica o que é possível no caso concreto.
São créditos apurados no Lucro Real que, em certas transações, podem ser usados para abater parte da dívida, dentro dos limites legais. O aproveitamento depende de elegibilidade e documentação.
Sim. O atraso nas parcelas ou o descumprimento das regras pode levar à exclusão e ao retorno da cobrança integral. Por isso o plano de pagamento precisa ser realista e acompanhado.
Pelo mapeamento completo do passivo e pela classificação por risco e prioridade. Com esse retrato, define-se o que negociar primeiro e qual instrumento usar em cada dívida.
Sim. Débitos parcelados ou transacionados costumam permitir a emissão de certidão positiva com efeitos de negativa, o que libera contratos, crédito e licitações durante o cumprimento do acordo.
Ele é decisivo. Um acordo que a empresa não consegue cumprir apenas adia o problema. Por isso o plano de pagamento é ajustado à realidade do caixa, buscando um acordo sustentável.
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