Entender o monofásico
Compreender por que a revenda de certos produtos não deve pagar de novo.
Muitas farmácias e drogarias pagam PIS e Cofins a mais sobre produtos que já foram tributados na indústria. A revisão dos produtos monofásicos identifica esses valores e o caminho para recuperá-los.

Boa parte dos produtos vendidos por farmácias e drogarias tem tributação monofásica de PIS e Cofins: o imposto é recolhido de forma concentrada na indústria ou no importador, e a revenda deveria ser desonerada. Na prática, muitas farmácias, especialmente as do Simples Nacional, acabam pagando de novo por não separar corretamente essas receitas. A revisão identifica esse pagamento indevido e organiza a recuperação, dentro da lei e com documentação.
Compreender por que a revenda de certos produtos não deve pagar de novo.
Separar corretamente os produtos monofásicos das demais vendas.
Restituir ou compensar o que foi pago a maior nos períodos anteriores.
Conheça as frentes que orientam a recuperação tributária da farmácia
O escopo depende do porte da farmácia e do seu regime tributário. As três primeiras frentes reúnem os pilares do trabalho; as demais tratam do levantamento e da segurança do crédito.

No regime monofásico, o PIS e a Cofins de toda a cadeia são recolhidos concentradamente na origem. Por isso, a revenda desses produtos, em regra, não deve pagar novamente.
Recolhimento concentrado na indústria ou no importador.
Alíquota zero na venda pelo comércio, em regra.
Motivo pelo qual a farmácia não deveria pagar de novo.

Boa parte dos itens de uma farmácia é monofásica, como muitos medicamentos e produtos de higiene e perfumaria. Nem tudo, porém, entra no regime.
Grande parte dos remédios está no regime monofásico.
Diversos itens desses grupos também são monofásicos.
Itens que seguem a tributação normal e não geram o crédito.

Farmácias do Simples que não segregam as receitas monofásicas acabam pagando PIS e Cofins dentro do DAS sobre produtos que já foram tributados. É aí que nasce o crédito.
Receitas monofásicas somadas às demais no cálculo do DAS.
PIS e Cofins recolhidos de novo sobre esses itens.
Ajuste da forma de apurar para parar de pagar a mais.
Demais frentes da análise tributária
Selecione uma frente para conhecer o trabalho correspondente.

A recuperação exige demonstrar item a item quais produtos são monofásicos. O levantamento usa a classificação fiscal e as notas para sustentar o crédito.
Identificação dos produtos monofásicos pelo código fiscal.
Uso dos documentos de venda para apurar os valores.
Composição do valor recuperável a partir dos dados.
A recuperação alcança os períodos passados dentro do prazo legal. A revisão apura, mês a mês, o quanto foi pago a mais.
Análise dos últimos anos permitidos pela lei.
Cálculo do valor pago a maior em cada competência.
Conferência para sustentar o crédito diante do Fisco.
Apurado o crédito, define-se como reavê-lo: restituição em dinheiro ou compensação com tributos futuros. Cada via tem requisitos.
Uso do crédito para abater tributos seguintes.
Pedido de devolução dos valores pagos a maior.
Escolha da via adequada e seu acompanhamento.
A recuperação funciona melhor quando o jurídico e a contabilidade trabalham juntos. Um sustenta o direito, o outro organiza os números.
Fundamento do crédito e condução do procedimento.
Apuração dos valores e ajuste da rotina fiscal.
Integração que dá segurança ao resultado.
Recuperar é só parte do trabalho: é preciso que o crédito resista a uma fiscalização e que a farmácia pare de pagar a mais daqui para frente.
Documentação preservada para eventual questionamento.
Correção da apuração para não gerar novo pagamento indevido.
Monitoramento do pedido e da rotina fiscal.
A revisão transforma a análise dos produtos da farmácia em providências claras, apoiadas em NCM, notas fiscais e no procedimento adequado.
Levantar
Identificar os produtos monofásicos por NCM e notas fiscais.
Revisar
Apurar o pagamento indevido nos períodos anteriores.
Recuperar
Restituir ou compensar e ajustar a apuração dali em diante.
Sua farmácia pode estar pagando PIS e Cofins que não deve?
Uma análise inicial verifica os produtos monofásicos e o valor que pode ser recuperado.
Solicitar análise inicial
Dr. Vitor Miranda
Advogado tributarista
A atuação parte de uma leitura clara dos produtos e da apuração da farmácia, conectando classificação por NCM, notas fiscais e fundamento jurídico a uma recuperação segura.
Falar com o escritórioRespostas diretas e em linguagem simples para as dúvidas mais comuns. Cada farmácia precisa de análise conforme os produtos, o regime e as notas fiscais.
É quando o PIS e a Cofins de toda a cadeia são recolhidos concentradamente na indústria ou no importador. Por isso, o comércio que revende esses produtos, em regra, não deve pagar novamente esses tributos.
É possível quando a farmácia pagou PIS e Cofins sobre produtos monofásicos que já haviam sido tributados na origem. Só a análise das vendas e dos produtos confirma se há valores a recuperar e quanto.
Quando não segrega as receitas de produtos monofásicos, a farmácia acaba incluindo esses itens na base do DAS e pagando PIS e Cofins sobre eles de novo. Corrigir a apuração interrompe esse pagamento indevido.
Boa parte dos medicamentos e muitos itens de higiene e perfumaria são monofásicos, mas nem tudo entra no regime. Por isso o levantamento é feito produto a produto, pela classificação fiscal.
Em regra, os últimos cinco anos, respeitado o prazo legal. A revisão apura, mês a mês, o quanto foi pago a maior dentro desse período.
Pela análise das notas fiscais e da classificação fiscal (NCM) dos produtos vendidos, separando os itens monofásicos dos demais. Esses dados formam a base do crédito e sustentam o pedido diante do Fisco.
A recuperação é segura quando o crédito é bem documentado e apurado com critério. O risco aparece em levantamentos malfeitos ou sem prova. Por isso o trabalho prioriza a segurança jurídica e a organização das evidências.
O trabalho funciona melhor com os dois: o jurídico cuida do fundamento e do procedimento, e a contabilidade organiza os números e ajusta a rotina fiscal. Essa integração dá mais segurança ao resultado.
Depende da via escolhida. É comum a compensação, em que o crédito abate tributos seguintes, mas também pode caber a restituição em dinheiro. A análise indica o caminho adequado para o caso.
Sim, o benefício não é exclusivo do Simples. Farmácias em outros regimes também podem ter pago PIS e Cofins indevidamente sobre produtos monofásicos. A verificação depende da forma de apuração adotada.
Serviços relacionados
A recuperação de créditos aplicada a todos os setores.
Conhecer serviçoSegregação de receitas monofásicas no Simples.
Conhecer serviçoSoluções tributárias para o setor da saúde.
Conhecer serviço